A Falsidade fala alto quando a consciência está baixa
Salvação

A Falsidade fala alto quando a consciência está baixa


A caminhada da vida nunca foi prometida como fácil — e quem já refletiu sobre essa frase sabe o quanto ela é verdadeira. Pessoas passam, ambientes mudam, situações nos moldam, e com o tempo aprendemos a ler expressões, silêncios e intenções.
A Bíblia nos ensina muito sobre isso.

Recentemente vivi algo que escancarou como o coração humano pode esconder falsidade por trás de sorrisos, maquiagem e diplomas.
Tudo começou dois dias antes, quando procurei uma orientadora para relatar um caso de assédio moral e uma mentira que tentaram usar contra mim. Em vez de apoio, recebi um olhar de desprezo — indiferença fria, quase mecânica. Era como enxergar o mal enraizado, bem disfarçado de profissionalismo.

Dois dias depois, observei uma jovem — bonita, mas visivelmente cansada, talvez até deprimida — preenchendo um formulário. Precisou pedir ajuda para a mesma orientadora. Conversaram.
E, no fim, ela soltou em tom de deboche:

“É que eu não minto.”

As mesmas palavras que eu havia usado na conversa anterior. Naquele instante, entendi: havia ali um grupo paralelo de fofocas, provavelmente no WhatsApp. Um ciclo de gente que ridiculariza o certo para esconder o errado.
A falsidade se espalha rápido quando a verdade incomoda.

Mas não é novidade.
Desde sempre, falar a verdade irrita quem resiste a ela.
Jesus foi perseguido por dizer a verdade.
Os apóstolos morreram por ela.
E, mesmo assim, a verdade nunca foi silenciada.

Enquanto houver discípulos de Cristo neste mundo, a verdade continuará viva — doa a quem doer, mesmo quando preferem ridicularizá-la em vez de encará-la.


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