Presidente da Câmara mexe no marco legal contra o crime organizado e provoca revolta na oposição!
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Presidente da Câmara mexe no marco legal contra o crime organizado e provoca revolta na oposição!


O clima esquentou em Brasília!  O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o relator Guilherme Derrite (PL-SP) decidiram reformular o marco legal do combate ao crime organizado (PL 5582/25) — o polêmico projeto antifacção. A promessa? Endurecer penas, fortalecer a Polícia Federal e criar novos tipos de crime, como domínio de território, explosão de caixas eletrônicos e uso de armamento pesado.

Mas a oposição não gostou nada! Deputados criticaram as mudanças e acusam o governo de tentar “maquiar” a proposta, eliminando trechos que alterariam a Lei Antiterrorismo. Segundo eles, o novo texto tenta blindar a Câmara de críticas, enquanto mantém o poder nas mãos da base aliada.

Mesmo assim, Motta defendeu o projeto com firmeza:

“Estamos endurecendo as penas e deixando claro que a Câmara está agindo contra o crime organizado.”

O relator Derrite foi além, afirmando que líderes de facções poderão pegar até 40 anos de prisão, com 70% a 85% da pena em regime fechado — sem visita íntima e com comunicações monitoradas. Uma ofensiva direta contra o chamado novo cangaço.

Oposição ficou revoltada

Já a oposição, liderada por Lindbergh Farias (PT-RJ), reagiu com indignação:

“Não aceitamos negociar um milímetro de texto se for para retirar competência da Polícia Federal!”

O embate promete ser acalorado, e Motta já avisou: a votação pode acontecer ainda esta semana, se houver consenso. Mas com ânimos tão exaltados, a batalha pelo controle da segurança pública promete incendiar o plenário.


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