Deputados apresentam emenda ao PL Antifacção protegendo propriedades de invasões do MST
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Deputados apresentam emenda ao PL Antifacção protegendo propriedades de invasões do MST


Em uma jogada que promete dar segurança ao campo brasileiro, o deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR) apresentou nesta segunda-feira (11) uma emenda ao Projeto de Lei 5582/2025 que pode finalmente colocar um ponto final na era da impunidade para grupos que invadem propriedades rurais.

A proposta é cristalina: nenhum centavo de dinheiro público poderá mais ser usado para proteger, apoiar ou dar qualquer tipo de suporte a indivíduos ou organizações envolvidos em crimes contra propriedades privadas ou públicas.

O decreto que abriu a caixa de Pandora

A emenda surge como resposta direta ao polêmico Decreto 12.710/2025, que expandiu perigosamente o conceito de "defensores de direitos humanos". Na prática, o decreto criou um verdadeiro guarda-chuva de proteção estatal para grupos envolvidos em invasões e conflitos agrários.

"É inadmissível que o Estado brasileiro incentive o cometimento de crimes como meio para buscar direitos", destaca o texto da justificação. E os deputados têm razão: não existe direito que justifique a violência.

Acabou a blindagem para criminosos

A nova emenda é cirúrgica. Ela impede que movimentos envolvidos em esbulho possessório, ocupações ilegais e depredação patrimonial recebam:

  • Proteção institucional do governo
  • Recursos públicos via convênios e parcerias
  • Reconhecimento formal como "defensores de direitos humanos"
  • Escolta policial ou qualquer medida de segurança estatal
  • Benefícios de programas fundiários

Mais que isso: qualquer grupo de mais de duas pessoas que pratique violência ou invada propriedades perde automaticamente qualquer reconhecimento ou proteção do Estado.

Produtores rurais

A medida foi apoiada pelos produtores rurais brasileiros, que há décadas convivem com o terror das invasões e com a sensação de abandono pelo poder público. 

A emenda conta com apoio massivo da bancada ruralista e já foi assinada por lideranças importantes como os deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Gilberto Abramo (Republicanos-MG), que representam uma ampla coligação partidária.

A hora da verdade

"Não é possível que atos ilícitos sejam legitimados como forma de defesa de direitos", sentencia o texto. E complementa: existem leis vigentes que tratam adequadamente da regularização fundiária - as Leis 8.629/1993 e 11.952/2009. Quem quer terra, que busque pelos meios legais.

Se aprovada, esta emenda pode marcar o início de uma nova era no campo brasileiro: a era da segurança jurídica, do respeito à propriedade e do fim da impunidade para quem acha que violência é método político aceitável.

O recado está dado: crime não é e nunca será política pública.


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